Stetic Cris

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Vamos nos cuidar Mulherada!!!




Trabalho, filhos, marido, namorado, estudo, metas, objetivos, contas, dinheiro. São tantas as nossas prioridades que, em meio ao “caos”, a saúde acaba ficando em segundo plano. Vai dizer que você nunca deixou de ir ao médico quando precisava, de ter uma boa noite de sono por causa dos filhos ou do trabalho, ou simplesmente de cuidar de si mesma? Pare e pense: qual foi a última vez que você fez um check-up? Mas hoje é dia de pensar em você, de se organizar para poder sempre cuidar do seu bem-estar. No Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, 28/05, a médica radiologista Maria Thereza Natel, do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo, lista os top 10 exames mais importantes para mulheres de faixas etárias variadas. Cuide-se!
1. Mamografia. “Trata-se de um exame que deve ser realizado anualmente por mulheres acima dos 40 anos ou se houver indicação clínica. Pacientes de alto risco, com histórico de câncer de mama na família, podem começar a realizar exames preventivos mesmo antes dos 35 anos”.
2. Papanicolau. “Independentemente do histórico sexual da paciente, o exame deve ser realizado regularmente a partir dos 18 anos para prevenção do câncer cervical. Segundo o Inca, este ano devem surgir mais de 18 mil novos casos da doença. Depois dos 30 anos, a maior frequência de miomas e de outras doenças relacionadas ao útero e aos ovários pode levar o médico ginecologista a solicitar também a ultrassonografia transvaginal”.
3. Exame colesterol e triglicerídeos. “Principalmente depois dos 40 anos, o exame de sangue para checagem das taxas de colesterol e triglicerídeos devem ser anuais, a fim de contribuir para a prevenção do infarto. Hoje, as doenças do coração fazem 300 mil vítimas ao ano, sendo metade mulheres.”
4. Exame de glicemia em jejum. “Trata-se de um importante exame de sangue que deve ser realizado com a paciente em jejum de pelo menos oito horas. Ao analisar a taxa de açúcar no sangue, é possível diagnosticar portadores de diabetes, doença crônica que melhor é administrada quanto mais precocemente for diagnosticada. Mulheres com mais de 45 anos – ou antes, se houver histórico da doença na família –, com taxas altas de colesterol e triglicérides, obesas, sedentárias e idosas pertencem ao grupo de risco”.
5. Controle da tireóide. “Depois dos 30 anos, as mulheres têm três vezes mais chances de desenvolver distúrbios da tireóide, principalmente o hipotireoidismo. Em alguns casos, a paciente começa a notar certa dificuldade em perder peso, queda acentuada de cabelo, enfraquecimento das unhas e maior sonolência. A doença pode ser diagnosticada por um simples exame de sangue em que são realizadas as dosagens dos hormônios tireoidianos T3, T4 e TSH. Entretanto, quando o médico endocrinologista suspeita da presença de nódulos, poderá sugerir a realização de exames complementares, como ultrassonografia, cintilografia ou mesmo uma biópsia”.
6. Densitometria óssea. “Depois dos 50 anos, ou ainda mais cedo, dependendo do histórico familiar, é recomendável realizar o exame de densitometria óssea a cada dois anos para se prevenir da osteoporose, que é uma doença silenciosa e ainda assim bastante agressiva – uma fratura pode comprometer totalmente a qualidade de vida da paciente”.
7. Eletrocardiograma. “Para quem não tem histórico familiar, pode começar a fazer parte da bateria de exames anuais a partir dos 50 anos. Dependendo das orientações do médico cardiologista, o eletrocardiograma deverá ser acompanhado dos exames abaixo”.
8. Autoexame da pele. “O câncer de pele é o que mais acomete homens e mulheres no Brasil. Somente nesse ano, mais de 60 mil mulheres serão diagnosticadas com a doença, embora apenas uma parcela ínfima vá apresentar o tipo mais agressivo. O uso diário de protetor solar e autoexame ainda são os melhores amigos das mulheres, que devem estar sempre atentas à presença de manchas disformes, pintas escuras ou malcheirosas. Em caso de dúvida, é sempre recomendável consultar um dermatologista. É comum os médicos encaminharem material para biópsia a fim de fazer um diagnóstico o mais preciso possível”.
9. Teste ergométrico. “Também chamado de teste de esforço, esse tipo de eletrocardiograma é utilizado como rastreador de alterações do ritmo cardíaco durante o esforço físico, frequentemente associadas à doença arterial coronariana e à angina, uma vez que muitos pacientes apresentam resultado normal no eletrocardiograma em repouso”.
10. Ecodopplercardiograma. “Trata-se de um ultrassom do coração que permite checar a anatomia do órgão, suas dimensões e a função de inúmeras estruturas cardíacas, assim como o fluxo sanguíneo. Com esse exame, é possível diagnosticar alterações relacionadas à hipertensão arterial, coronariopatias (artérias), miocardiopatias (músculo cardíaco) e disfunções nas válvulas do coração, por exemplo”